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Rolha natural ou sintética?

Uma comparação entre elas, com as principais diferenças, vantagens e desvantagens das rolhas naturais e sintéticas.





Rolhas naturais


As rolhas naturais, ou de cortiça, são feitas com a casca do carvalho conhecido como Sobreiro, que só 25 anos depois da plantação pode ser utilizado na produção, e a cada 9 anos, se retira novamente a casca.

Esse é, inclusive, um dos motivos pelos quais as rolhas desse material têm um custo maior.


As vantagens das rolhas naturais são, principalmente a longevidade e a permeabilidade, que permite a evolução de vinhos de guarda por proporcionar uma excelente micro-oxigenação, sem a preocupação da durabilidade do mater;ial.


A principal desvantagem é o possível desenvolvimento de um fungo de ocorrência natural, conhecido como “bouchonné”, que provoca mal cheiro e estraga o vinho. O TCA (tricloroanisol) é um composto químico produzido quando os fungos entram em contato com compostos fenólicos clorados, causando desagradáveis aromas de mofo e bolor.

Agora imagina só, você, com aquela sede de vinho, e depois de abrir percebe que a rolha está contaminada e o vinho estragado! Triste fim não é mesmo?! E isso pode mesmo acontecer! Aliás, comigo já aconteceu!


O possível "bouchonné" é o principal motivo de se 'cheirar' a rolha quando o sommelier serve o vinho pedido no restaurante. Se ela apresentar aromas de papelão molhado, mofo ou bolor, provavelmente foi contaminada com o fungo.

Nesse caso, o restaurante tem a obrigação de trocar o vinho servido, pois é uma falha orgânica, que acontece por conta da contaminação natural da rolha e proliferação do fungo.


Rolhas sintéticas


Com as rolhas sintéticas você não vai passar por isso, porque não há a possibilidade de contaminação por “bouchonné”, uma vez que são feitas de plástico.

O custo de produção também é menor, em contrapartida, seu material não é reciclável ou biodegradável.


Em vinhos com rolha sintética, a micro-oxigenação também não ocorre da maneira ideal, pois o material não apresenta porosidade que permita a passagem mínima de oxigênio.

Esse é um dos motivos para encontrá-las apenas em vinhos de consumo jovem.


O fato é que os vinhos de guarda aptos para o envelhecimento em garrafa, que evoluem com a micro-oxigenação, representam menos de 10% da produção total. Para os 90% de consumo jovem, ela tem se mostrado eficiente na vedação.


E você? Tem alguma preferência? Me conta nos comentários!

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